 
Desde os primórdios o homem tenta inspirar-se
no grande alquimista do Universo, seu criador, capaz
de, com simples elementos dentro de uma total entropia,
permitir a existência de todos os sistemas vivos
que conhecemos. Eis aí o enigma que arranca o
homem da caverna para transportá-lo para a modernidade
com a sua insatisfação com o conhecido.
O homem é um eterno contestador da natureza,
insatisfeito, brincando de ser ele o ajudante do seu
próprio criador.
Gregor Mendel, que se apresenta
como criativo para a sua época, pela primeira
vez, desenvolveu a teoria do gene, abrindo as portas
para um novo conhecimento, a Genética. Alexis
Carrel define os aminoácidos como os tijolos
mágicos da vida, precursores das proteínas.
Severo Ochoa sintetiza o ácido ribonucléico,
demonstrando que a energia de transformação
das proteínas produz compostos fosfatados ou
a síntese do ATP, por meio da bactéria
azotobacter vinelandilla. Já James Waston,
descobridor da dupla hélice do ADN, é
o grande ganhador da bioquímica moderna.
Também não devemos esquecer
do mago da bioquímica Dr. Niremberg que,
pela primeira vez, usou ácidos ribonucléicos
artificiais como possíveis mensageiros.
Os participantes e pesquisadores da
LBE, hoje, sentem-se orgulhosos destes homens que lutaram
antes de nós, resolvendo paradigmas e encontrando
possíveis explicações para os mistérios
da vida na terra, tornando-a mais humana e compreensiva.
Na
ciência, tudo o que não se comprova é
teoria, e até que esta teoria se converta em
realidade, passarão muitos anos de investigação,
sorte e trabalho.
Este é o compromisso da LBE.
Seguir o ideal dos precursores, com seus erros e acertos,
a fim de nos manter fiel ao nosso lema de Biotecnologia
para a Vida. Uma vida com menos agroquímicos,
produtos mais naturais e eticamente corretos.
Acreditando que somos e seremos sempre responsáveis
pelas futuras gerações, cabe a todos os
pesquisadores um grande esforço para um mundo
melhor e mais humano.
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